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terça-feira, 3 de junho de 2008

Teologia da libertação

"A teologia da libertação pretende dar nova interpretação global do Cristianismo; explica o Cristianismo como uma práxis de libertação e pretende constituir-se, ela mesma, um guia para tal práxis. Mas, assim como, segundo essa teologia, toda realidade é política, também a libertação é um conceito político e o guia rumo à libertação deve ser um guia para a ação política."

"Os teólogos da libertação continuam a usar grande parte da linguagem ascética e dogmática da Igreja em chave nova, de tal modo que aqueles que lêem e escutam, partindo de outra visão, podem ter a impressão de reencontrar o patrimônio antigo com o acréscimo apenas de algumas afirmações um pouco estranhas..."

A fé em crise: o Cardeal Ratzinger se interroga - Ratzinger, Joseph


Para saber mais sobre teologia da libertação, sugiro o arquivo de áudio: Cardeal Ratzinger e a Teologia da Libertação.

Nesse arquivo, o Padre Paulo Ricardo comenta o texto do Cardeal Joseph Ratzinger a respeito da Teologia da Libertação.

Fonte: Padre Paulo Ricardo

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Análise do marxismo

"A ingenuidade dialéctica de certos marxistas se manifesta em raciocínios como este:

A é operário, é a afirmação, é a tese. B é o patrão, o capitalista, a antítese. Mas A é inseparável de B, e B inseparável de A, pois são as relações entre ambos, A e B, que formam A e B. A pessoa de A está fundida em B, de forma que B, nesse momento, passa a ser negação de B que era negação, e porque afirma A, passa portanto a ser negação da negação. A leitura do Organon de Aristóteles esclareceria bem tais aspectos dos chamados contrários correlativos.

Marx jamais raciocinaria assim. É da fatalidade de certos mestres certos discípulos...

Se os marxistas meditassem mais sobre as diversas contribuições dialécticas, vindas de outras origens, evitariam certos erros interpretativos da história que os tornaram os mais acabados profetas malogrados dos factos. Quem se debruça sobre o pensamento socialista, desde logo observa que os marxistas, apesar de toda a sua convicção de verdade, foram, na crítica, constantemente errados. Leiam-se as obras de Lenine, Marx e Engels, etc., e verificar-se-á, nelas, o número exagerado de vezes em que se lêem palavras como estas: "nessa época estávamos errados..."

Mário Ferreira dos Santos - Lógica e Dialéctica

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Faça-me rir

"Solicito aos governos do continente (latino-americano) que retirem as Farc e o ELN da lista de grupos terroristas do mundo; peço à Europa que retire as Farc e o ELN da lista de grupos terroristas do mundo porque essa lista tem uma única causa, a pressão dos Estados Unidos."

Hugo Chávez -
11/01/2008

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Velho safado e puxa-saco de genocida.

"Para o arquiteto, o mundo, a América do Sul, o Brasil e o Rio estão melhor hoje, "apesar de George W. Bush e das favelas".

"Fidel, Chávez, eles representam a luta de hoje. O capitalismo domina, mas ele vai fracassar. Tenho fé nisso. A revolução não pode parar", conclui."

Oscar Niemeyer

Fonte: UOL

domingo, 9 de dezembro de 2007

Quem é favorável a ditaduras tem sempre em mente a necessidade de dominar todas as vontades

Baixe o livro: Intervencionismo - Ludwig von Mises

“Quem apóia uma ditadura, o faz por achar que o ditador está fazendo o que, na sua opinião, precisa ser feito. Quem é favorável a ditaduras tem sempre em mente a necessidade de dominar todas as vontades, inclusive a sua própria vontade.

Examinemos, por exemplo, o slogan “economia planejada”, que particularmente nos dias de hoje é um pseudônimo de socialismo. Qualquer coisa que as pessoas façam tem que ser primeiramente concebida e nesse sentido planejada. Mas aquele que, como Marx, rejeitam a “produção anárquica” e pretendem substituí-la pelo “planejamento” não consideram a vontade e os planos das outras pessoas. Só uma vontade deve prevalecer, só um plano deve ser implementado, qual seja, aquele que tem a aprovação do neurótico, o plano que ele considera correto, o único plano. Qualquer resistência deve ser subjugada, nada que impeça o pobre neurótico de tentar ordenar o mundo segundo seus planos deve ser permitido – todos os meios que façam prevalecer a suprema sabedoria do sonhador devem ser usados.

Essa é a mentalidade das pessoas que, numa exposição das pinturas de Manet em Paris, exclamavam: a polícia não devia permitir isso! Essa é a mentalidade das pessoas que constantemente clamam: devia haver uma lei contra isso! E, quer eles admitam ou não essa é a mentalidade de todos os intervencionistas, socialistas e defensores das ditaduras. A única coisa que eles odeiam mais do que o capitalismo é o intervencionismo, socialismo ou ditadura que não corresponda à sua vontade. Com que entusiasmo os nazistas e os comunistas lutam entre si! Com que determinação os partidários de Trotsky combatem os de Stalin ou os seguidores de Strasser os de Hitler."


Baixe o livro: Intervencionismo - Ludwig von Mises

Fonte: 4shared

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Karl Marx por Eric Voegelin

Baixe a obra: Karl Marx por Eric Voegelin

"Na raiz da idéia marxiana está uma doença espiritual, a revolta gnóstica de quem se fecha à realidade transcendente. A incapacidade espiritual aliada à vontade mundana de poder provoca o misticismo revolucionário. A proibição das questões metafísicas acerca do fundamento do ser; "Será possível negar Deus e manter a razão?" destrói a ordem da alma. Mas a par desta impotência espiritual há a vitalidade de um intelecto que desenvolve uma especulação fechada. As Teses sobre Feuerbach mostram que o homem marxiano não quer ser uma criatura. Rejeita as tensões da existência que apontam para o mistério da criação. Quer ver o mundo na perspectiva da coincidentia oppositorum, a posição de Deus. Cria um fluxo de existência em que os opostos se transformam uns nos outros. O mundo fechado em que os sujeitos são objectos e os objectos actividades, é talvez o melhor feitiço jamais criado por quem queria ser divino. Temos de levar a sério este dado para compreender a força e a consistência intelectual desta revolta anti-teista."


Baixe a obra: Karl Marx por Eric Voegelin


Fonte: 4shared

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Os intelectuais e o gramscismo no Brasil

"...Assim, neste clima de desilusão com a luta armada (uma típica visão da orientação leninista do PCB), aparece Gramsci com uma nova solução para os problemas revolucionários: não há necessidade de lutarmos (no sentido bélico do termo), basta nós conquistarmos (o que Gramsci chamou de guerra de posições) as posições da classe dominante e formarmos o consenso. Assim, subvertendo toda a orientação dos intelectuais comunistas brasileiros (versados no marxismo-leninismo e fazendo acontecer o previsto em seu livro “Estado e Revolução”) aparecem novos intelectuais interessados em re-pensar o marxismo no Brasil. Deste modo, Gramsci aparece como um salvador da política da esquerda nas décadas de 60-70 e ainda nos tempos atuais."


Leia o post completo em : Ação Humana


Fonte: Ação Humana